O problema do transito aflige 10 em cada 10 paulistanos. E tem solução. Convoco os economistas a fazerem uma simples conta. Quanto a corrupção tomou desse pais no ano de 2007 ? 30% do PIB ?

Convertam isso em quilometros de linha de metrô, em São Paulo, e depois me respondam rapidinho: resolveu ? Tenho certeza que sim.

Basta um ano sem corrupção e poderemos viver muito melhor em São Paulo.

Ou seja, vivemos mal pois os corruptos estão vivendo demais de bem. Às nossas custas. Nos fazendo de trouxas. Diariamente. Rindo à toa. E com uma hipocrisia danada.

Povo de Sao Paulo. Vamos nos mexer contra esse intolerável estado de coisas ?
Vamos meter os corruptos na cadeia ?
A impunidade é obviamente a mãe desses males.

Fazendo-se justiça, reprimindo-se o crime, especialmente o de colarinho branco, esse país poderá ser definitivamente uma grande nação.rede metro - rede metro

Visitei em Heidelberg a casa-museu de Friedrich Ebert, o primeiro presidente da república alemã, nascida dos escombros da primeira guerra mundial.

Sou fascinado pela história alemã da época da República de Weimar, um interlúdio entre o império do Kaiser e a ascenção do nazismo.

Busco encontrar as razões que permitiram a um dos povos mais ilustrados da terra ser tomado por uma tamanha alucinação coletiva que foi o nazismo.

Ebert, um grande líder sindical, dirigiu os destinos da nação alemã na primeira metade dos anos 20, governando, como primeiro presidente da República de Weimar, sob um regime de democracia parlamentar.

Conduziu sua vida pública com uma ética impecável, reafirmando continuamente sua crença na autodeterminação de seus concidadãos.

Dois são os extratos que faço de seu estudo. Um, que poderia ter mudado a história da humanidade, poupando a vida de 50 milhões de pessoas, ao evitar a segunda guerra, se Ebert tivesse cuidado mais de sua saúde, tratando a tempo sua apendicite, que o levou a falecer em pleno mandato, e o segundo, que é possivel a um lider sindical governar uma nação baseando-se nos conceitos da ética.friedrich ebert - friedrich ebert

Na última segunda e terça-feira, entre uma reunião e outra, estive em Heideberg. Sonho antigo, só o realizei agora depois de uns cinco anos indo a feiras na Alemanha.

Sonho antigo, coisa da infância, de quando meu avô me tocava as canções dos estudantes de Heidelberg.
Ele estudou direito em Heidelberg e depois foi ser juiz em Colônia, onde nasceu minha mãe. Raízes. Roots.

Eu adorava, de pequeno, ouvir e cantar essas canções. Ainda adoro. Deve ter vindo daí minha inspiração para bolar as viagens para Pomerode e Timbó, no Vale Europeu, em Santa Catarina.

Heidelberg é linda. Majestosamente debruçada sobre o Rio Neckar.

O ponto alto, duplamente falando, é seu castelo. Um dos pontos mais visitados de toda a Alemanha, recebe 1.000.000 de visitantes ao ano.
Bebi na fonte, degustando cada gole. Ou trago. Estive lá ao por-do-sol e novamente na manhã seguinte, onde fiz uma tour guiada.

Heidelberg é uma das mais renomadas cidades universitárias da Alemanha. Sua universidade é de 1300, a mais antiga do país.

Acompanhei, à noite, a moçada toda junta em grandes áreas abertas perto do rio assistindo, vibrante, ao sabor de muita cerveja, seu país jogar na Copa da Europa.Castelo de baixo - Castelo de baixo

Castelo   pateo - Castelo   pateo Castelo   vista - Castelo   vista Castelo   miniatura intacto - Castelo   miniatura intacto

Castelo   miniatura destruida - Castelo   miniatura destruida

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